terça-feira, 23 de março de 2010

Campeões Nacionais 2009

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE AEROMODELISMO RESULTADOS DESPORTIVOS DE 2009

Classe Campeão Nacional
F2B Amilcar Contente
F2BI-Jun.Tiago Rodrigues
F2C Antonio Cardoso / José Goulão
F2D António Mortinho
F2F José Goulão / António Mortinho
F3A Bruno Heleno
F3AI Bernardo Reis
F3B João Mestre
F3D Marcelino Tomás
F3DN Marcelino Tomás
F3DI Márco Inacio
F3F João Faria
F3P Pedro Precioso
F3P-B Mário Vilaça
F4B Paulo Marques
F4C David Ventura
F4-ESC José Vaz
F4-SM Paulo Marques

Selecção Nacional
F2B Amilcar Contente, José Filipe, Hugo Geraldes
F2C Antonio Cardoso/José Goulão, António Mortinho/Luis Matias
F2D António Mortinho
F2F José Goulão / António Mortinho, Júlio Ísidro / Lúis Vilhena, António Cardoso / Lúis Matias
F3A Bruno Heleno, António Costa, Rui Ferreira
F3B João Mestre, João Figueiredo, José Costa
F3D Marcelino Tomás
F3F João Faria, Jorge Infante, João Mestre
F4B Paulo Marques, José Vaz, Eugénio Moura
F4C David Ventura, Daniel Costa, Manuel Cunha

tomara eu ter mais tempo...

segunda-feira, 22 de março de 2010

F3F Inverno 2010



A APSIA organizou novamente o Open F3F de Inverno a que acorreram nada menos que 15 participantes e a que faltaram vários outros pilotos por motivos diversos. Podemos dizer que, caso não houvesse impedimentos de ninguém, a prova chegaria aos 20 pilotos nacionais…
A prova foi ligeiramente adiada por causa da chuva, no entanto fizeram-se 5 mangas permitindo o descarte de uma para efeitos de pontuação. Destaca-se o número de novos participantes nesta prova, em especial dois elementos vindos do Algarve que já têm vindo às provas de 200m e outros dois novos sócios da APSIA bastante talentosos e entusiasmados com o voo de encosta e que entraram de cabeça na competição de planadores.
A organização recaiu nos ombros de M. Almeida, J. Faria e Adriano; os três formaram o trio maravilha que tornou possível um dia muito bem passado e num ambiente descontraído com tudo a fluir correctamente sem entraves.
Em termos de resultados: fiquei em primeiro lugar, o que para mim foi uma sensação espectacular. O modelo com que ganhei – o Pike WR - há muito deixou de ser “um dos modernos” mas eu conheço-o bem, e essa é uma vantagem na altura de aproveitar o que o ar tem para oferecer.
O que me aconteceu o ano passado (ser o mais rápido e ficar em segundo) aconteceu agora ao J. Faria e no final a diferença entre os dois primeiros lugares foi de…. um cabelo (descartei um péssimo voo na 5ª manga). O terceiro lugar foi para o J. Figueiredo que voou o Vertigo, um modelo para DS que deu boas indicações e que promete fazer estragos nos próximos encontros de F3F mas sente-se que é necessário dedicar mais uns minutos a afinar o "animal".


O resumo da prova também foi este:

  • • Partir o cone do nariz sábado passado deixando-o completamente separado do modelo – 1 segundo.
    • Na 6ª olhar para aquilo e desmontar os servos, receptor, bateria – 1 hora
    • No sábado colar o cone com epoxy, uns fios de carbono e manta fininha; lixar depois de seco – 1 hora e 30 minutos
    • No domingo de manhã colocar as varetas, enfiar a electrónica no modelo, programar o rádio para a V-Tail - 2 horas e 30 minutos
    • No domingo à tarde voar o modelo e ficar em 1º lugar. Priceless


Fotos da prova em: FOTOS

A longa viagem dos grous

No Outono, cerca de seis mil grous (Grus grus) partem da Escandinávia e do Leste europeu para passarem o Inverno nos campos do Alentejo, numa longa jornada de 3.000 quilómetros.
A contagem de grous na época de invernada é efectuada em oito pontos de observação espalhados por Campo Maior, Évora, Mourão/Moura/Barrancos e Castro Verde, entre Novembro e Março.

Passagem dos Grous na zona húmida de Linumer, 30 km a noroeste de Berlim:
http://www.youtube.com/watch?v=mRjkRwib2rs&feature=player_embedded

Lago de Hornborgasjön, no sudueste da Suécia, onde as aves migratórias se concentram antes da dispersão para os locais de nidificação:
http://www.youtube.com/watch?v=KJunB-WPqag&feature=player_embedded

info: joão carlos claro

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Só para que conste

Só para que conste:
Havia um utente que não devia entrar como sócio da APSIA e, durante a Assembleia Geral da semana passada, não houve nenhuma proposta a seu favor.
Assunto resolvido.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Campeão Nacional F3B 2009

Como é que eu soube que era o campeão nacional de F3B do ano de passado (2009)?
A quem adivinhar dou um doçe.
Não pode ser o João Faria a dizer porque ele é o campeão Nacional de F3F do mesmo ano e soube da mesma forma que eu.... (a APSIA tem agora os dois campeões de F3B e F3F)

Uma dica: não foi no site da FPAM.

PS: e parabéns aos outros campeões das outras modalidade de aeromodelismo, Bruno Heleno no F3A, o Marcelino Tomás do F3D etc etc.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

A minha escolha 2.4

Vi este texto numas instruções da Graupner:

"Radio-controlled model aircraft are extremely demanding and potentially dangerous objects,
and require a high level of specialised knowledge, skill and an awareness of responsibility
from the operator."

Sabemos que as instruções servem para o fabricante se defender quando as coisas correm mal, daí que o texto tenha um tom forte e afirmativo. Mas que a ideia está lá, isso está.
A propósito ou nem tanto, adquiri o sistema da Assan de 2.4 Gh que acaba de chegar num pacotinho vindo daquele monte de fábricas e armazéns que imagino ser a China. Decidi-me a experimentar depois de ver ao vivo dezenas de vôos com este sistema sem uma falha a apontar pelos seus donos. Então porquê não ter um igual, e ainda por cima barato a comparar com os outros? Confesso que teria preferido começar com o sistema da MPX mas esse é tão caro que não paga a diferença de "zero problemas" para "zero problemas". Os receptores estão neste momento esgotados por isso vou fazer os testes com um emprestado. Do lado das precauções há duas direcções de problemas que quero evitar: má colocação do receptor no modelo (problema igual aos de 35mhz) e diferenças de tensão. As duas não têm a haver com o Tx mas sim com o Rx e se para uma delas já temos conhecimento das asneiras a evitar (colocação do Rx perto de motores e esc) para a outra estão a vulgarizar-se o uso de condensadores ligados a um canal livre do receptor.
Vou postar aqui novidades assim que for avançando.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Aeromodelismo pela natureza

Notícia de aeromodelismo usado para seguir aves.
Quercus.es

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Fita cola


Fiz esta descoberta há cerca de dois anos e tenho utilizado esta fita cola em várias situações:
1 para o oracover quando há um rasgão pequeno,
2 a fazer de dobradiça quer em modelos pequenos quer em moldados,
3 nos modelos com a asa em partes esta fita é boa para fazer uma faixa de colagem de modo a que a fita cola de eléctricista normalmente usada para unir a asa não deixe os resíduos de cola na fibra/oracover.

Descobri-a num fórum do rc-groups em que se discutiam as melhores tapes para fazer de dobradiça em modelos tipo F3F.

Eu compro-a no site http://www.phoenixmp.com/ e os donos Stan e Sheila têm um serviço impecável (eu pelo menos só posso dizer bem). O Stan foi também o "inventor/criador" do meu primeiro modelo de encosta: um EPP chamado ENIGMA.
Na foto aparece também um HS-65HB, que não era para vir... mas que por 15 euros acabou por apanhar boleia com as fita colas. Vai substituir um Tiny-S na profundidade do Tango.


segunda-feira, 19 de outubro de 2009

"música" dos Rammstein - novo album

Como já disse uma vez, isto não tem nada a haver com aeromodelismo mas como eu gosto e o blog é meu, aqui vai.

http://www.youtube.com/watch?v=2dgxKdcpS38&feature=related

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

F3B - Munchen 2009


Nova ida à Alemanha e resultados na classificação semelhantes aos do ano passado. A experiencia mais uma vez é positiva não apenas por toda a festa à volta do F3B mas pela vivencia de tudo o que envolveu estar 5 dias na Alemanha em casa de uma família que nos recebeu de braços abertos. Comemos muito bem, (a Baviera tem muito boa carne, molhos e batatas com orégãos e cebola) beberam-se muitos litros de Wiese Beer, e até encontrei um appflestrudel que me fez esquecer o da minha mãe. Não têm a “bica”, mas têm um “exprréssô” (é assim que dizem) que é muito bom.
Se comecei esta crónica pela gastronomia e a companhia é porque merecem destaque, pois comida e amigos, convenhamos, são a coisa mais importante do mundo. Logo a seguir às outras coisas mais importantes do mundo.
Alugou-se um Audi para cobrir os 35 Km entre o campo de voo e casa onde ficámos. O trajecto tem boas pistas (chamo pistas, porque estradas – ou coisa parecida – temos nós) e aproveitei para largar o bólide a 210 Km/h numa noite de pouco movimento. Parecia playstation só que era real.
Competir ou não competir?
Quando é que vamos praticar a sério o F3B? Talvez nunca. Ou talvez quando nos decidirmos a escolher entre a prática do F3B ou a competição de F3B. A questão é dupla: venho da Alemanha com dúvidas metafísicas de como abordar a prática do aeromodelismo sem que este roube mais espaço à minha vida, mas que acrescente algo que não está lá, e por outro lado, ficou-me uma sensação estranha de que podia ter feito muito mais, e ando com a cabeça às voltas a pensar porque é que não fiz mais, quando podia e sabia.
O Gherard ainda ontem ofereceu a casa dele para a viagem do próximo ano e eu respondi-lhe que não sei se vou voltar apenas para fazer turismo ou se vou com o objectivo de fazer algo mais. Se for apenas como turista provavelmente nem levo o modelo. Quem sabe volto para ver as pessoas de quem gosto, ver os castelos, os lagos e dar umas voltas pelas beergarden ; ainda não sei.
Anedota
Uma coisa boa que recordo sempre que viajo com o João e o Zé é que me farto de rir, e eu não consigo rir baixinho, como muita gente já percebeu e os Alemães, Suíços, Suecos, Italianos, Russos etc também perceberam. Esta parte (estar na boa a curtir o momento) é tão importante para mim que estava completamente distraído com uma cerveja na mão e a olhar para uma senhora vestida de bávara quando o Zé me disse “olha lá, não eras agora a voar?” e era! Ainda lancei o modelo quando faltavam 6 minutos para o fim do tempo de trabalho e fiz os 6 minutos de voo. Não foi canja porque tinha o modelo com 600 gramas de lastro da tarefa anterior e não tive tempo de os tirar. Os Alemães olhavam para nós num misto de incredulidade e riso. Esta história está, como é óbvio, ligada ao parágrafo anterior.
Modelos
Houve algumas novidades em relação ao ano anterior, em termos de resultados individuais as coisas mexeram um pouco, e relativamente a modelos podemos dizer que há Radicais a mais, Evolutions a menos e Ceres Lift e Freestylers em quantidade razoável. Tools continuam competitivos; Crossfire, Precious, R-Machines, Furio estão em extinção. O Tanga não é praticamente usado. Há modelos novos que nunca tinha visto e que devem ser exemplares únicos: Diamond e Proton.
Os melhores pilotos usam Radical, Freestyler, Shooter e Target. Estes são também os modelos mais caros do mundo como atesta a venda de um Radical, em segunda mão, por “apenas” 2200 euros. Os irmãos Herring venceram a prova com Freestyler.
Segurança.
Houve como sempre uma atenção muito especial ao tema da segurança em voo. O briefing foi completo com instruções em Alemão e Inglês e focou vários aspectos da segurança e zonas onde é permitido voar. A documentação entregue em envelopes continha o dorsal e o código de barras correspondente a cada antena, a lista com todos os voos e todas as tarefas, a revista do clube etc.. o envelope até tinha a fita nylon de aperto para prender o código de barras à antena.
A organização desta prova é complicada mas foi muito bem conduzida por uma experiente equipa de juízes. Não obstante, tive um problema com o meu último voo por culpa de um juiz e disse a esse mesmo juiz que ele tinha cometido um erro porque o meu tempo de trabalho tinha começado sem eu ter sido avisado. Ele disse-me que iriam ouvir as gravações do que foi dito ao microfone/sistema de som para averiguar se eu tinha ou não razão. Então eu disse-lhe que, se tivesse razão queria que me dessem um reflight e ele respondeu “it’s fair”. Depois de ouvirem as gravações vieram ter comigo e deram-me o reflight.
Espantados com tudo o que é dito ser gravado? Deviam ter visto o controlo de frequências. Tivemos que ligar o rádio junto a um scanner, sem antena e com um dedo metido no local da antena. Depois de confirmado que o sinal emitido corresponde à frequência que está no papel, o piloto pode ir embora.
Certa vez quis verificar uma coisa com o meu modelo ligado e fui pedir ao CD (Contest Director) para ligar o rádio. Ele disse que sim mas que tinha que trazer o modelo e o rádio para o pé dele. E assim foi.
E ainda, quando pilotos estavam a voar por cima das casas a Sul do campo o tom de voz do Juiz não deu espaço para dúvidas, “pilots who have models in the south, get out IMEDIATLY”. Sem molho nem rodeios.
Conclusões
Vale a pena ir. São várias as lições que tiramos de uma prova deste nível e nem todas relacionadas com o aeromodelismo. A experiencia de vida é muito rica e não sou o único a dizer que me mudava de armas e bagagens para a Baviera se lá arranjasse trabalho. A vida é só ligeiramente mais cara que em Portugal e tudo é melhor inclusive os salários. Quem não conhece devia lá ir.
Vou colocar aqui um link para as fotos no Picassa quando tiver um tempo. So, stay tunned and Auf Wiedersehen.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Acidente mortal com Aeromodelo

Aconteceu no Brasil mas podia ser em qualquer pista do nosso país: um simples modelo a motor (Cesna Cardinali) a combustão, do mais corriqueiro que há em todas as pistas do país, matou uma pessoa que tinha muitos anos de aeromodelismo.
Ver aqui a notícia.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Férias 2009

Uma semana só para mim!
E na bagagem vou levar

o modelo: Tango


a modelo: logo se vê

o livro:


a música: La Roux



o vinho:
Antão Vaz da Peceguinha

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Novidades F3B

Uma novidade no campeonato do mundo, e que vai ser seguida em Munique este ano, é a obrigação de um elemento da equipa acompanhar o cabo junto da polie. O problema é que este procedimento, agora tornado obrigatório, não dá jeito nenhum quando se tem uma equipa pequena em que todos são também participantes, ie, não há ninguém que seja apenas ajudante.
Aqui está uma imagem de quem acompanha o cabo e faz sinal a quem está junto ao guincho para parar de carregar no pedal pois o paraquedas já está quase na sua mão (ao vivo é mais simples).


Outra novidade é o 19 lugar do nosso amigo Otero no campeonato do mundo, ele que ficou em 3 lugar no Open F3B da APSIA. É a confirmação de que é um piloto dotado e a sua idade deixa antever um futuro brilhante junto dos lugares cimeiros do F3B mundial. Fico muito contente por ele, pois já sou um admirador das suas capacidades no Speed desde que há uns 3 anos deixou todos de boca aberta no campo de tiro de Alcochete com uma 4ª perna a um metro do solo (a 200 metros de distancia....)
Agora um problema: como participar no F3F da APSIA que é no mesmo dia do F3B da LIPA e que é o mesmo dia em que o meu guincho e os meus modelos já estão a viajar para Munique?
Se tiverem ideias digam que são bem vindas.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

CAS passa a CRP

Um Clube que por "falta de apoios" migra para o concelho vizinho.

notícia

segunda-feira, 27 de julho de 2009

2.4 = 13% ou = 90% ?

No próximo encontro de F3B em Munique, há 135 pilotos dos quais apenas 18 usam o 2.4, ou seja, 13%.

Por outro lado, prevê-se para o campeonato do mundo de F3A em Portugal uma centena de concorrentes com 90 % de sistemas em 2.4!

Dado que nenhum modelo F3A voa às distancias dos modelos de F3B suponho que a questão tem a haver com a "cagufa". Para voar perto os 2.4 servem perfeitamente com as vantagens de não usar cristais. Para voar longe..... venha o velho sistema de 35, 40, 72 ou o que quizerem, mas não o 2.4.

É o que os números parecem querer dizer.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Santa Iria Race


A maior competição de F3F do país acabou com o João Faria campeão, o que nos deixou a todos, os que o conhecem e apoiaram, felizes e satisfeitos por esta vitória tão difícil frente a tão difíceis concorrentes. A diferença para o segundo lugar de um piloto alemão foi de apenas 14 pontos, portanto marginal. Os vôos dos pilotos que ficaram nos 10 primeiros lugares foram todos muito bons, mas lá para trás na tabela a irregularidade era a regra.
No que me tocou, tive desde um ar excelente - começo todas as provas com um dos melhores tempos - até à pasta frigorífica que transforma um 74 rotações num disco de 33. Acomulei cortes na baliza A absolutamente ridículos fruto de não pegar no F3F desde a última prova (a carga da bateria foi ainda a que restou da prova anterior) e alguma ansiedade que eu pensava que estava mais dominada e pelo que se vê, não está.
A vitória do João Faria e do seu Sting mostra que a grande diferença está na sorte do ar/térmicas mas fundamentalmente na perícia do piloto em dominar a sua máquina e menos na relação modelo novo/modelo antigo. Acho que o modelo faz a diferença de 10% a 20 %: menos em pilotos com pouca experiencia, e mais em pilotos já com muita experiencia e que sabem "tirar" todas as potencialidades que os modelos novos têm para dar. É claro que em competição estas percentagens são muito elevadas e o piloto que vai discutir um lugar na frente tem que comprar uma máquina dessas. Mas não lhe garante nunca a vitória, como se vê prova após de prova.
Tivemos um jantar no sábado que contou com apenas 3 pilotos portugueses e 4 alemães. Para uma prova com 25 pilotos foi uma pena...
Apesar de uma ou outra critica, sabemos que esta prova deu continuidade e esteve ao grande nível das provas de F3F da APSIA. Por isso Parabéns APSIA e Parabéns F3F.

PS: vou revelar um segredo do Sting vencedor: a V-tail era nova.

sábado, 27 de junho de 2009

Prólogo

Hoje estive a ver uma caixa de madeira enorme e os dois Pulsares 3.2 que vieram lá dentro. Os caracteres russos escritos na caixa davam um ar sofisticado a esta compra. O material, já o sabiamos, tudo 5 estrelas. Apenas tenho um reparo a fazer à parte traseira da fuselagem: é muito complicada, ie, o servo deitado incastrado no tubo de carbono é uma solução menos boa que meter os servos dentro da superfície de comando, ou seja, debaixo do oracover. Fora este sinal menos, a parte principal, a asa do modelo, roça a perfeição: uma asa estraordináriamente bem feita, grande e leve. A escolha dos servos é relativamente simples, já não é tão simples escolher um motor para o modelo. O peso e a eficiencia de um motor para este modelo pode ficar 150 euros mais caro (ou mais barato) conforme se vai para uma solução chinesa ou convencional. As implicações no CG são óbvias uma vez que um motor muito leve necessita da companhia de umas gramas de chumbo ao lado. Como o chumbo não costuma rodar a hélice, é verdadeiramente uma companhia escusada.
Mas os amigos aeromodelistas, agora donos destas máquinas, são estudiosos e não põem pé em ramo verde. Estou certo que a solução que vão encontrar será sempre um compromisso bem pensado.
A prova dos 200 m? Desculpem lá mas estava com uma dor de dentes do caraças, o calor era insuportável, e o meu variador ardeu. Valeu-me o Manuel Cruz que me deu de beber todo o dia e mostrou que um aeromodelista é um homem preocupado com o bem estar dos outros aeromodelistas, ou seja, dar uma (duas, três...) cerveja gelada a este escriba azarado.
Fiquei super contente com o desempenho do Miguel Dias que voou o meu Easy Glider. Para mim essa foi a minha vitória na prova: para o pôr a voar foram feitos bastantes kilómetros entre Alverca e Lisboa, e o spinner "chegou" ao modelos às 24 horas do dia anterior à prova. Como o Miguel demostrou, o esforço foi recompensado com uma prestação muito boa a prometer mais no futuro.
O ano começou bem para mim mas os astros devem ter mudado de trânsito e agora ando cheio de galo: no próximo fim de semana não vou poder ir ao Santa Iria Race. E esta heim?
Sinto-me prejudicado com F grande.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Prognósticos - Taça Verão planadores eléctricos (200 metros)

Já vi que a concorrência está a ferrar o dente em material melhor que o meu. O meu prognóstico para esta prova é de mais um a dois novos Pulsar 3.2. Até ao fim do Verão deverão aparecer mais 2 Pulsares 3.2 novos.
Contas por alto dá cerca de 6 Pulsares 3.2 para as provas a seguir a esta.
Como o meu orçamento está virado para o F5B até ao final do ano não vai ser possível ganhar a esta concorrência. Talvez para o ano que vem compre também eu um Pulsar 3.2 que é considerado, e eu acho que acertadamente, o melhor modelo para este tipo de provas.
Por isso, e porque a estatística tem algo a dizer, o melhor lugar que poderei chegar nesta prova é o de terceiro atrás de dois Pulsares (e até podia dizer os nomes dos pilotos mas fica para mim como segredo...) e à frente de outros dois Pulsares. Esta posição seria sempre uma honra para o Tango e o seu piloto (je).
Tudo isto muda com as aterragens. Aqui é que o caso muda de figura e eu posso ir para o meio da tabela ou mesmo a cauda se me armar em esperto, ou posso voltar a ganhar se a sorte e a inspiração estiverem a meu favor (e não fizer erros).
Gosto de fazer este prognóstico, um pouco arriscado eu sei (muitos Pulsares até fim do ano, um terceiro lugar agora, fora do pódium daqui para a frente, UFFF), mas gosto de saber depois o quanto errei, se muito se pouco.

Les jeux sont faites.

domingo, 14 de junho de 2009

Feriados de Junho e TANGO

Nada de muito importante, apenas levei o modelo para os feriados de forma a desenferrujar o material e os dedos. Sem dúvida que compensa fazer um "check list" como preparação para a prova dos 200 metros, algumas coisas que já se esqueceram outras não estão a funcionar bem. Prova disto era que não tinha comando de profundidade porque a porca que segura o serra-cabos ao cabeçote do servo tinha desaparecido; a minha frequência habitual também não estava programada no receptor (e não me lembro de a ter mudado). Coisas que se fosse para resolver no dia da prova... Dos 4 vôos feitos só um passou os 10 minutos. O calor era abrasador e estava numa planície alentejana perto da hora de almoço. Térmicas eram poucas, ou assim pensei eu, porque há um vôo que tem uma com o modelo a subir 2m/s mas por pouco tempo. Aterragens todas longe dos meus pés. Ou devo calçar uns sapatos maiores tipo Ronald MacDonald?